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Mar. 19th, 2008

The only one. Gossip Girl

Gossip girl, é o seriado do momento e é dele que vamos falar. Para quem não conhece um breve resumo, mas bem breve mesmo.

Gossip Girl é uma série de livros escritos por Cecily von Ziegesar foi transformada em uma série pela CW e  conta a história da vida glamurosa de adolescentes nova-iorquinos. A historia é narrada por uma misteriosa blogueira que conta todos os detalhes do dia a dia dos personagens em seu blog.

G.G como falei está muito na mídia não só por mostrar um mundo adolescente bem diferente do que comumente vemos, nesta serie vemos um mundo cheio de intrigas,amizades,bebidas e festas chiquérrimas, mas o que mais destaca nessa série é o figurino mais do que fashion ele transpira tendência e muito estilo.

Eric Daman é o figurinista  e ele já foi assistente de Pat Fields em Sexy In The City e produtor de moda da ID. Para pensar nos estilos desses personagens e toda atmosfera de Gossip Girl ele pesquisou e pensou muito nas it girls nova iorquinas como Tinsley Mortimer e Lydia Hearst-Shaw, em uma entrevista concedida para o site Gossip Girl Reports ele revelou que faz compras no bairro Meatpacking, em butiques como Opening Ceremony e Stella McCartney e mistura essas peças com marcas de luxo como Chanel e Ferragamo.

Algumas roupas são feitas exclusivamente para o seriado como alguns vestidos de gala, que podemos ver no vídeo no final do texto. Já que comecei a falar em criação não podemos deixar de comentar na maravilhosa marca Waldorf Collection, que pertence à personagem Eleanor Waldorf mãe de Blair, as roupas “criadas” por ela não são falsas, elas pertencem a Abigail Lorick estilista de NY, nessa primeira temporada aparece a coleção de outono/inverno dela que já existia, ela não fez nada para o programa a não ser um casaco amarelo que tem uma atenção especial em um dos episódios.

Abigail Lorick é uma ex-modelo da Ford que a alguns anos atrás decidiu passar de modelo para designer, estudou na FIT (Fashion Institute of Technology), trabalhou na T.S. Dixin e no meio do ano de 2007 abriu a sua própria marca Lorick, e em pouco tempo a marca já esta crescendo em um nível sem comparação, tudo graças a suas coleções usadas em Gossip Girl. As peças de Lorick são muito chic, misturam o clássico e o contemporâneo com muito charme.

Para quem gosta das roupas e do estilo dos personagens de GG , estarei listando aqui a baixo links de lojas e marcas usadas no seriado e também alguns sites fans que falam o que cada personagens usou em cada episódio e claro não poderia faltar alguns links de marcas brasileiras que possuem roupas que se encaixam no estilo dessas meninas.

 

 

Au Revoir,

Lola B.

 

http://www.loricknewyork.com/

 http://www.meatpacking-district.com/

 http://www.openingceremony.us/

 www.stellamccartney.com

 www.chanel.com

 http://www.salvatoreferragamo.it

 http://www.gossipgirlinsider.com/

 http://www.gossipgirlreport.com

 http://www.gossipgirlfashion.com/about/

 http://www.cwtv.com/thecw/style-gossipgirl

 marcas brasileiras:

 http://www.arezzo.com.br/

 http://www.acquastudio.com.br

 http://www.mariabonitaextra.com.br/

 http://www.colcci.com.br/

 http://www.iodice.com.br/

 




Blair Waldorf

Feb. 18th, 2008

Figurino - parte II

Piaf: Um hino ao amor - por Marit Allen

Um figurino que seria obscuro, pois Edith Piaf tinha como marca usar sempre vestidos pretos, foi conseguido ser suavizado com rendas, decotes delicados e topes.
Durante o filme vemos roupas maravilhosas usadas nos cabarés e roupas de trabalhadores nas ruas, tudo muito conciso.
Mostra a trajetória de Edith Piaf desde o final dos anos 30 quando era bem jovem até seu estrelato no meio dos anos 60, no figurino vemos essas mudanças feitas de uma forma muito delicada.








Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da Rua Fleet - por Colleen Atwood

Como toda a direção impecável do filme o figurino não fica para trás,é utilizado muito bem as cores, todas mais sóbrias com exceção de alguns personagens. É muito utilizado a combinação do vermelho,preto e um branco sujo. O filme que se passa em Londres no início do século 19 tem duas características bem grande, um figurino bem teatral as vezes um pouco exagerado, usando estampas e padrões de listras bem grandes, que dão um toque até que cômico e que combinam perfeitamente com o filme, e a aparência suja que faz ficar um pouco mais real pois da mais “naturalidade” nos looks do filme.








Au revoir,

Lola B.

Feb. 1st, 2008

Figurino - parte I

Across the universe - figurino por Albert Wolsky

Investigando os anos 60, assim que a diretora fala da idéia do filme e é assim que nos sentimos vendo o figurino, ele é preciso quando deve ser, e psicodélico quando é necessário.

O figurino representa bem os anos 60 misturando os estilos camponês da Laura Ashley e o chamado swinging London. Como não poderia deixar de ser o filme que tem a melhor trilha sonora que já ouvi toda dos Beatles, no figurino também aparece o estilo que eles criaram e todos o copiavam, cabelo com franja e paletós sem colarinho, característico dos anos 60.






Desejo e reparação - figurino por Jaqueline Durran

Como todo romance histórico este filme tem um figurino muito bem adaptado com peças que chamam atenção como lindo vestido esmeralda e o sapato Oxford que Keira Knightley usa. Este filme se passa no ano 1935, para o figurino Jaqueline Durran usou um pouco da moda do final desta década e início dos anos 40.

No início do filme temos um figurino belíssimo que segue a linha clássica com formas art decó, vestidos, chapéus, quando o filme chega ao momento da Segunda guerra mundial, já nota-se nas roupas um estilo mais militar.










Elizabeth: A era de ouro - figurino por Alexandra Byrne

Para concorrer ao Oscar e possivelmente ganhar nada como um figurino Elisabetano,

rufos,brocados,mangas bufantes todo o exagero possível, lindo é claro,mas já um pouco cansativo. Na idéia de variar um pouco este figurino, desta vez é utilizado cores mais fortes como o roxo, amarelo e laranja. O período elisabetano tem muitas influências espanholas e francesas nas roupas,

perucas bem grandes,pérolas e muito dourado. A rainha Elisabeth foi considerada um ícone de moda por ousadia e excesso nas roupas.













Au revoir,

Lola B.

Jan. 24th, 2008

Oscar

Já saíram os indicados para o Oscar, vou colocar a lista aqui, e aguardem pelo meu comentário sobre os indicados ao figurino, amanhã estarei postando aqui!

  • Melhor filme:

"Desejo e reparação" ("Atonement")

"Juno"

"Conduta de risco" ("Michael Clayton")

"Onde os fracos não têm vez" ("No country for old men"),

"Sangue negro" ("There will be blood")

  • Melhor diretor:

Julian Schnabel  por "O escafandro e a borboleta" ("The diving bell and the butterfly").

Jason Reitman por "Juno".

Tony Gilroy por "Conduta de risco" ("Michael Clayton").

Joel e Ethan Coen por "Onde os fracos não têm vez" ("no country for old men").

Paul Thomas Anderson por "Sangue negro" ("There Will Be Blood").

  • Melhor ator:

George Clooney por "Conduta de risco"

Daniel Day-Lewis por "Sangue negro"

Johnny Depp por "Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da Rua Fleet"

Tommy Lee Jones por "No vale das sombras"

Viggo Mortensen por "Senhores do crime"

  • Melhor ator coadjuvante:

Casey Affleck por "O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford"

Javier Bardem por "Onde os fracos não têm vez"

Philip Seymour Hoffman por "Jogos do poder"

Hal Holbrook por "Na natureza selvagem"

Tom Wilkinson por "Conduta de risco"

  • Melhor atriz:

Cate Blanchett por "Elizabeth: A era de ouro"

Julie Christie por "Longe dela"

Marion Cotillard por "Piaf: Um hino ao amor"

Laura Linney por "The Savages".

Ellen Page por "Juno".

  • Melhor atriz coadjuvante:

Cate Blanchett por "I'm Not There".

Ruby Dee por "O gângster"

Saoirse Ronan por "Desejo e reparação"

Amy Ryan por "Medo da verdade" .

Tilda Swinton por "Conduta de risco"

  • Melhor roteiro adaptado:

Christopher Hampton por "Desejo e reparação" .

Sarah Polley por "Longe dela"

Ronald Harwood por "O escafandro e a borboleta" .

Joel e Ethan Coen por "Onde os fracos não têm vez"

Paul Thomas Anderson por "Sangue negro"

  • Melhor roteiro original:

Diablo Cody por "Juno"

Nancy Oliver por "Lars and the Real Girl".

Tony Gilroy por "Conduta de risco" ("Michael Clayton").

Brad Bird (roteiro), Jan Pinkava Jim Capobianco y Brad Bird (argumento) por "Ratatouille".

Tamara Jenkins por "The Savages".

  • Melhor filme estrangeiro:

"Beaufort", de Israel.

"The Counterfeiters" ("Die fälscher"), da Áustria.

"Katyn", da Polônia.

"Mongol", do Cazaquistão.

"12", da Rússia.

  • Melhor fime de animação:

"Persépolis", de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud.

"Ratatouille", de Brad Bird.

"Tá dando onda" ("Surf's up"), de Ash Brannon e Chris Buck.

  • Melhor direção artística:

Arthur Max e Beth A. Rubino por "O gângster" ("American gangster").

Sarah Greenwood e Katie Spencer por "Desejo e reparação" ("Atonement").

Dennis Gassner e Anna Pinnock por "A bússola de ouro" ("The golden compass").

Dante Ferretti e Francesca Lo Shiavo por "Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da Rua Fleet" ("Sweeney Todd: The demon barber of Fleet Street").

Jack Fisk e Jim Erickson por "Sangue negro" ("There will be blood").

  • Melhor fotografia:

Roger Deakins por "O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford" ("The assassination of Jesse James by the coward Robert Ford").

Seamus McGarvey por "Desejo e reparação" ("Atonement").

Janusz Kaminski por "O escafandro e a borboleta" ("The diving bell and the butterfly").

Roger Deakins por "Onde os fracos não têm vez" ("No country for old men").

Robert Elswit por "Sangue negro" ("There will be blood").

  • Melhor figurino:

Albert Wolsky por "Across the Universe".

Jaqueline Durran por "Desejo e reparação" ("Atonement").

Alexandra Byrne por "Elizabeth: A era de ouro" ("Elizabeth: The Golden Age").

Marit Allen por "Piaf: Um hino ao amor" ("La vie en rose").

Colleen Atwood por "Sweeney Todd: O barbeiro demoníaco da Rua Fleet" ("Sweeney Todd: The demon barber of Fleet Street").

  • Melhor documentário:

"No end in sight", produzido por Charles Ferguson e Audrey Marrs.

"Operation Homecoming: Writing the wartime experience", produzido por Richard E. Robbins.

"S.O.S. Saúde" ("Sicko"), produzido por Michael Moore e Meghan O'Hara.

"Taxi to the dark side", produzido por Alex Gibney e Eva Orner.

"War/Dance", produzido por Andrea Nix Fine e Sean Fine.

Melhor curta-metragem documental:

"Freeheld", de Cynthia Wade e Vanessa Roth.

"La Corona (The Crown)", de Amanda Micheli e Isabel Vega.

"Salim Baba", de Tim Sternberg e Francisco Bello.

"Sari's Mother", de James Longley.

  • Melhor montagem:

Christpher Rouse por "Ultimato Bourne" ("The Bourne ultimatum").

Juliette Welfling por "O escafandro e a borboleta" ("The diving bell and the butterfly").

Jay Cassidy por "Na natureza selvagem" ("Into the wild").

Roderick Jaynes por "Onde os fracos não têm vez" ("No country for old men").

Dylan Tichenor por "Sangue negro" ("There will be blood").

  • Melhor maquiagem:

Didier Lavergne e Jan Archibald por "Piaf: Um hino ao amor" ("La vie en rose").

Rick Baker e Kazuhiro Tsuji por "Norbit".

Ve Neill e Martin Samuel por "Piratas do Caribe: No fim do mundo" ("Pirates of the Caribbean: At world's end").

  • Melhor trilha sonora original:

Dario Marianelli por "Desejo e reparação" ("Atonement").

Alberto Iglesias por "O caçador de pipas" ("The kite runner").

James Newton Howard por "Conduta de risco" ("Michael Clayton").

Michael Giacchino por "Ratatouille".

Marco Beltrami por "Os indomáveis" ("3:10 to Yuma").

  • Melhor canção original:

"Falling slowly" de "Once", música e letra de Glen Hansard e Marketa Irglova.

"Happy working song", "That's how you know" e "So close" de "Encantada" ("Enchanted"), música de Alan Menken e letras de Stephen Schwartz.

"Raise it up" de "August Rush", autores não-confirmados.

  • Melhor curta-metragem de animação:

"I met the walrus", produzido por Josh Raskin.

"Madame Tutli-Putli", produzido por Chris Lavis e Maciek Szczerbowski.

"Même les pigeons vont au paradis (Even pigeons go to heaven)", produzido por Samuel Tourneux e Simon Vanesse.

"My love (Moya lyubov)", produzido por Alexander Petrov.

"Peter & the Wolf", produzido por Suzie Templeton e Hugh Welchman.

  • Melhor curta-metragem:

"At night", produzido por Christian E. Christiansen y Louise Vesth.

"Il supplente (The substitute)", produzido por Andrea Jublin.

"Le Mozart des pickpockets (The Mozart of pickpockets)", produzido por Philippe Pollet-Villard.

"Tanghi argentini", produzido por Guido Thys e Anja Daelemans.

"The Tonto Woman", produzido por Daniel Barber e Matthew Brown.

  • Melhor som:

Karen Baker Landers e Per Hallberg por "Ultimato Bourne" ("The Bourne ultimatum").

Skip Lievsay por "Onde os fracos não têm vez" ("No country for old men").

Randy Thom e Michael Silvers por "Ratatouille".

Matthew Wood por "Sangue negro" ("There will be blood").

Ethan Van der Ryn e Mike Hopkins por "Transformers".

  • Melhor edição de som:

Scott Millan, David Parker e Kirk Francis por "Ultimato Bourne" ("The Bourne ultimatum").

Skip Lievsay, Craig Berkey, Greg Orloff e Peter Kurland por "Onde os fracos não têm vez" ("No country for old men").

Randy Thom, Michael Semanick e Doc Kane por "Ratatouille".

Paul Massey, David Giammarco e Jim Stuebe por "Os indomáveis" ("3:10 to Yuma").

Kevin O'Connell, Greg P. Russell e Peter J. Devlin por "Transformers".

  • Melhores efeitos visuais:

Michael Fink, Bill Westenhofer, Ben Morris e Trevor Wood por "A bússola de ouro" ("The golden compass").

John Knoll, Hal Hickel, Charles Gibson e John Frazier por "Piratas do Caribe: No fim do mundo" ("Pirates of the Caribbean: At world's end").

Scott Farrar, Scott Benza, Russell Earl e John Frazier por "Transformers".

Jan. 22nd, 2008

Anokhi

Jaipur é uma cidade hindu no estado de Rajastão, ela também é conhecida como a Cidade Rosa, pois em 1876 o marajá mandou pintar toda cidade desta cor em comemoração a vinda do príncipe de Gales, e desde então ela vem sendo mantida nesta cor.




Essa cidade não é só conhecida por suas belezas e cor exótica,
é famosa também pelo museu Anokhi que tem a intenção de preservar a arte de estamparia a mão.A estampa feita a mão é uma arte hindu bem antiga tem aproximadamente 4mil anos, elas são feitas em tecidos de algodão e a partir de desenhos talhados em madeira.
O Anokhi Museum of Hand Printing também é uma empresa de desenvolvimento de estamparias em tecidos, hoje trabalham esse design de superfícies de uma forma mais contemporânea. Anokhi significa único o que representa muito bem esta técnica, a estamparia sempre foi mais do que padrões nas roupas, antigamente de acordo com a cor e combinações poderia ser interpretado o estado civil e o que a pessoa trabalhava. Esta estamparia é realizada por diversas tribos que vivem em Jaipur, elas se dividem nos processos, algumas fazem o tingimento,algumas o molde e assim por diante.
Eu que adoro estampas achei muito legal quando descobri este museu, aqui a baixo vou colocar um vídeo de uma reportagem realizada no museu, ela é muito interessante porque além da curadora estar explicando todo o processo ele pode ser visto na prática também. Espero que gostem.


Au revoir,

Lola B.




Jan. 21st, 2008

ano novo ,layout novo

Ano novo tudo novo, vou tentar atualizar diariamente este journal, estou em busca de novos estilos para comentar, amanhã estarei postando mais.






kisses,

Lola.B

Jul. 20th, 2007

Bento!!!

Minha idéia é falar apenas sobre estilo, como ainda estou juntando material e confirmando alguns textos que encontrei,vou postar hoje sobre bento ou o-bento.
O Bento é a denominação japonesa para a nossa marmita de levar comida para almoçar no trabalho e afins,porém mais divertida e bonita.
No Japão isto é utilizado a muitas décadas durante o período Kamakura (1185-1333)foi criado o hoshi-ii uma espécie de "comida congelada", eram carregados em uma pequena sacola arroz cozido e seco,e quando fossem se alimentar era aquecido com água quente ou deixado mais molhado com água fria mesmo. O formato do bento foi mudando muito ao longo do tempo no período Azuchi-Momoyama (1568-1600) era feito de madeira e utilizado também para servir alimentos em chás e no hanami(festa em comemoração ao desabrochar das flores de cerejeira), no período Edo (1603-1868) o-bento tornou-se mais chique sendo feito de cerâmica e levado por turistas e viajantes a teatros e excursões, neste bento eram levados os koshibento que consistia em onigiri envolto em folhas de bambu e também o makunouchi bento que era com onigiris menores salpicados com sementes de sesame,foi a partir deste momento que o bento se tornou uma arte.
No período Meiji (1868-1912) foi construída a primeira estrada de ferro e com isso o primeiro ekiben(bentos vendidos em estação de trem) foi vendido contendo, takuan,bolinhos de arroz e umeboshi. Também nesta época foi desenvolvido um bento mais europeu com sanduíches.
Durante o período Taisho(1912 to 1926) foi feito o primeiro bento de alumínio e foi considerado um artigo de luxo por causa de sua aparência de prata, durante a Primeira Guerra Mundial,ouve uma grande diferenciação monetária por causa da exportação dos bentos, na região de Tohuku houve grande perda nas plantações,e o fato de crianças levarem bentos para as escolas foi um reflexo disto.
Após a Segunda Guerra Mundial a pratica de levar bentos para as escolas foi abolida e foi feita uma alimentação igual para todos. Nos anos 80 com o surgimento do microondas o bento voltou mais acessível.
Hoje em dia os bentos estão bem comuns, com as mães saindo mais para trabalhar elas deixam preparado para seus filhos e pra si mesmo,há também muitos bentos prontos vendidos em lojas de conveniências,supermercados, lojas de departamento e restaurantes. O bento atual é feito de diversos materiais e formas, alguns são projetados para suportar comida quente,muitos são feitos por designer com detalhes de desenhos como Hello Kitty. Estes bentos são vendidos com chopsticks e uma bolsinha chamada kinchaku ou com tecidos usados para amarrar eles chamados furoshiki, eles são feitos em diversos estilos, para homens,mulheres,crianças...
As comidas mais comuns feitas para bentos são:
Arroz, macarrão,onigiri,ovos,salsichas,cachorro-quente,peixe grelhado,bolo de peixe, Yakitori, Teriyaki, Yakiniku,sushi, Curry,nugets de frando, Dumplings,croquetes,tofu,queijo,vegetais, Umeboshi, Furikake, Seaweed e frutas.
Essas comidas feitas para o bento possuem formatos diferentes, podemos encontrar formas de desenhos,círculos e outras ,há também livros especializados em culinária
para bentos, pois hoje em dia o mais legal além de ter um bento bem fofo e diferente a comida também tem que ser o mais criativa possível.

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Koshibento- bento com uma grande quantidade comida,tradução literal seria bento de cintura.
Makunouchi- bento com tipo aperitivos, a tradução literal é bento para intervalos,porque ele era muito levado para teatros.
Onigiris- bolinho de arroz enrolado em alga.
Takuan- um picles tradicional do Japão, feito de rabanete branco.
Umeboshi-é um picle feito de ume,que é um tipo de “pronus”( um gênero de árvore de cerejas,pêsego ..)no caso do umeboshi é usado o damasco.
Chopsticks-são os palitinhos de comida japonesa.
Kinchaku- um tipo de pochete , que pode também ser carregada na mão e feita de couro ou saco plástico.
Furoshiki- um tipo de amarração feita em tecidos que é freqüentemente usado para carregar,presentes,tecidos e outras coisas.

Aqui em baixo tem fotinhos disso tuuudo que falei =)


Au revoir,
Lola B.



































Apr. 16th, 2007

E lá se vai a Ásia....

Antes de iníciar o post, gostaria de informar que apartir de agora estarei escrevendo em português, e aos poucos irei traduzindo os textos que escrevi em inglês!Aproveitem!=)

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A moda de rua na Ásia principalmente no Japão está sempre sendo muito mencionado, tanto que iniciei meu blog falando deste estilo. Hoje vou comentar um pouco osbre a moda na China e Coréia.
A China com certeza sofre uma grande influência das tendências mundiais, isso não podemos ignorar, mas ela mantêm característisticas de sua cultura milenar, que muitas vezes vemos estilistas famosos buscando suas inspirações nessa cultura.
Falando em moda de rua é uma situação diferente, o estilo encontrado em Shangai é bem próximo ao dos bairro de Shibuya e Ginza no Japão. Eles têm um visual mais moderno e low profile. E em Seul, a moda de rua lá segue tendências mundiais, e possui um estilo bem básico.
Em Pequim apesar da presença de griffes internacionais, luxuosíssimos shopping centers, uma imensa rua disponível só para pedestres esbanjando comércio, o estilo é bem simples e há poucas pessoas mais estilosas, e as que são podemos observar a influência grande do estilo Japonês.
A China não é um ditador de tendências, mas possui um grande percentual de produção textil atualmente e serve como motor para conduzir a tão movimentada industria fashion mundial, a China também possui a mão-de-obra mais barata para produção industrial. Um País com tanta gente para vestir acho que isso seria de se esperar.
Uma nova mania agora entre os jovens de Shangai, além dos celulares que não saem das mãos,eles passam o tempo todo enviando menssagens e usados as tecnologias, é o Bambolê.
Sim você leu certo bambolê, é muito comum você encontrar jovens em praças, com os bambolês nas cinturas.Pesquisadores deizem que esse “boom”de bambolês se dá porque ele te ajuda a manter a forma,é bom para a saúde e possui cores fashions.
Outro fato importante que influênciou a volta dos Bambolês foi o SARS( sindrome respiratória aguda grave) em 2003, o que deixou muitas pessoas longe de academias.
Para finalizar aqui a baixo está algumas fotos de Shangai dividido por bairros, algumas de Seul,Singapura e por último Pequim!

Espero que gostem!

Au revoir

Lola B.




Sites que peguei as fotos :

http://www.apparel-web.com/trend/contents/shanghai

http://web.gznet.com/pictime/32/korea-05.htm

http://www.thevillager.com/villager_155/hula.gif

http://www.mcc.net.cn/index.asp

http://theclothesproject.blogspot.com/



SHANGAI

NANJING DONG LU







HUAI HAI ZHONG LU







NANJING XI LU







XU JIA HUI







SEUL








PEQUIM











SINGAPURA











GAROTA COM BAMBOLÊ

Apr. 2nd, 2007

Shibuya District

Hey!!

Com o post anterior finalizei o bairro de Harajuku que tem mais diversidade de estilos!Agora vou falar um pouco sobre o bairro de Shibuya que é tão famoso quando Harajuku.
Shibuya é um bairro muito fashion e pura tendência, lá encontramos coisas muito hight-tech e lojas muito fashion como Gucci. Este bairro tem um estilo mais ocidental que os outros, eles sempre estão usando o mais novo lançamento, utilizam muitas marcas francesas,britânicas e americanas.
Mas não é só de moda estrangeira que este bairro sobrevive, este bairro também é muito conhecido por ter lojas de muito sucesso de estilistas japoneses. Uma coisa legal de lembrar é que moda de rua japonesa não é necessariamente a mesma coisa que moda japonesa. Em Harajuku o forte é moda de rua e em Shibuya é moda feito por designers.
Neste bairro é muito comum encontrar os Gyaru-o comprando suas roupas, Gyaru-o sempre foram conhecidos por serem rapazes que pintam o cabelo de loiro e se vestem como surfistas, porém hoje em dia este estilo mudou bastante e são chamandos agora de onii-kei que é ume estilo mais sexy, clean, o código de vestir deles é blazers brancos,camisas, camisetas não muito fechadas no pescoço, jeans importados e sapatos de couro com bico fino. The Córner é uma das lojas favoritas desses rapazes.(pic1)
Em Shibuya existe um shopping que é muito grande e muito conhecido por ter roupas da moda, é o Shibuya 109, mas lá só tem roupa feminina. Bom para finalizar a baixo estarei colocando fotos e também um link para o site deste shopping.
http://www.shibuya109.jp/


Au revoir,

Lola B.


The Corner



Shibuya












Gyaru-o




Mar. 16th, 2007

Ganguro , Yamamba e Kogal

Ninguém sabe muito de onde surgiu este estilo, algumas pessoas dizem que por essas garotas gostarem tanto de Janet Jackson, Naomi Campbell e artistas de hip-hop deu-se início a este estilo, mas ainda é um mistério suas origens.
As ganguro podem ser encontradas no bairro de Shibuya,Ikebukuro e Harajuku; o estilo delas é basicamente: cabelos loiros com flores de hibisco, pele extremamente bronzeada, delineador preto e branco, cílios falsos, sapatos de plataforma e roupas muito coloridas meio neon. Na mídia esse estilo é muito criticado, esse estilo foi muito popular em 2000.
Agora existe as Yamamba elas são uma “evolução” das ganguro. Essas garotas usam a pele mais bronzeada ainda, cabelo descolorido (deixando um loiro branco),batom branco, sombra branca, algumas vezes lentes de contato coloridas,roupas de plástico e acessórios inapropriados. Elas adoram coisas neon. Os dois estilos Ganguro e Yamamba são bem estranhos e na minha opinião um pouco assustador
Eu tenho um pouco de medinho delas.(hehehe)
Há também as Kogal, elas são bem parecidas com as ganguros, mas devem ser confundidas. Kogal significa estudante de colegial e é assim mesmo que elas se vestem. Elas são conhecidas por usar botas plataformas,minisaias,muita maquiagem, cabelo tingido normalmente em loiro ou castanho, bronzeados artificiais e acessórios de deisgners. E quando elas não estão com seus uniformes elas gastam muito dinheiro com roupas da moda, pois elas querem sempre SEMPRE estar na moda e ter acessórios modernos como celulares super high-tech,lenços da Burberry e bolsas Louis Vuitton. Acho que podemos dizer que as Kogal são fashion victims.


Au revoir

Lola B.




GANGURO











YAMAMBA











KOGAL








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